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Fertilizantes Nitrogenados de eficiência aumentada


A ureia é a fonte de nitrogênio com maior potencial de uso em detrimento do menor custo nas condições brasileiras.

As limitações de uso são em relação à aplicação a lanço que potencializa as perdas de N na forma de NH3. A alternativa mais utilizada para este propósito é a redução da quantidade de fertilizante na semeadora, com a aplicação deste a lanço.

Existe expectativa da viabilidade do uso de ureia aplicada a lanço com o advento destas novas tecnologias dos fertilizantes de eficiência aumentada.

Ureia de liberação controlada

A ureia de liberação controlada com grânulos revestidos tem a proposta de aumentar a eficiência de uso pelo fornecimento gradual do nitrogênio, de acordo com a necessidade da planta, e reduzir perdas por volatilização, uma vez que a ureia está protegida das condições ambientais favoráveis à volatilização da amônia, e a sua liberação ocorre, em tese, em um evento chuvoso favorável para a incorporação do N no solo.

Fertilizantes de eficiência aumentada: uso de ureia de liberação controlada ou com inibidores em sistemas agrícolas sustentáveis. ambientais favoráveis à volatilização da amônia, e a sua liberação ocorre, em tese, em um evento chuvoso favorável para a incorporação do N no solo. Outro argumento é a redução da emissão de N2 O, uma vez que a liberação gradual distribui o nitrogênio no tempo, e reduz altas concentrações de N no solo em todos os momentos, inclusive nos de anaerobiose que ocorrem em situações de excesso de umidade, condições favoráveis a desnitrificação (ALMEIDA, 2014).

Os materiais mais comuns utilizados para o revestimento dos grânulos de ureia e assim promover a liberação lenta do nutriente são: (i) fontes orgânicas de baixa solubilidade como ureia formaldeído e isobutyledene-diureia (IBDU), estercos ou outros resíduos vegetais (ii) fontes inorgânicas como enxofre e outros elementos e (iii) polímeros sintéticos de diversas naturezas (TRENKEL, 2010).

Ureia com inibidores de reação química

Os fertilizantes com inibidores de nitrificação propõem-se a limitar a ação das bactérias nitrificadoras que transformam o N-amoniacal em N-nítrico. A manutenção do nitrogênio na forma amoniacal tem vantagens para a nutrição de plantas, por ser uma forma de nitrogênio assimilável de menor custo metabólico para a planta (BLOOM et al., 1992), e também por ser menos suscetível do que o nitrato ao processo de lixiviação.

A ureia com inibidores da urease tem o processo de hidrólise retardado por 7 a 14 dias (TRENKEL, 2010). Esta tecnologia é vantajosa para situações de alto potencial de perdas do nitrogênio por volatilização, como nos casos de aplicação superficial de ureia, na presença de resíduos vegetais e solo úmido, situações comuns no manejo da agricultura brasileira. O atraso na hidrólise da ureia traz a vantagem do fertilizante ficar na forma amídica (ureia) por mais tempo, sem desencadear a reação de hidrólise que culmina no gás amônia, que é volátil.

Desta forma o fertilizante fica mais tempo no solo sem iniciar o processo de volatilização, até ocorrer um evento chuvoso para incorporação desta ureia, reduzindo os níveis de perda.

Fonte: Embrapa

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